Bauru
História de Bauru

Pioneiros paulistas e mineiros começam a explorar
a vasta região situada entre a Serra de Botucatu, o Rio Tietê,
o Rio Paranapanema e Rio Paraná, após 1850, na procura de
novas terras para ocupação e colonização.
Até então a região era habitada por grupos de índigenas
Kaingang.
Próximo ao atual centro de Bauru, em 1856,
foi estabalecido a Fazenda de Flores por Felícissimo Antonio Pereira.
Em 1884 parte da fazenda foi desmembrada para a formação
do arraial de São Sebastião do Bauru.
Mesmo sujeito a ataques dos nativos e relativamente
afastado do resto do Estado, em 1888, é elevado a distrito de Pederneiras.
Em 1 de agosto de 1896, a chegada de migrantes vindo do leste paulista
e de Minas Gerais levam a emancipação da cidade.
Mesmo tendo terras mais fracas e inférteis do
que o resto do estado, o novo do munícipio sobrevive ao cultivo
do café. Em 1906 é escolhido como ponto de partida da ferrovia
Noroeste do Brasil, ligando a cidade a Corumbá e a Bolívia.
Bauru recebeu nas primeiras décadas do século
XX imigrantes de várias partes do mundo, com destaque para os italianos,
espanhóis, portugueses e japoneses. O entroncamento rodo-ferroviário
de Bauru atrai ainda imigrantes sírios, libaneses, alemães,
franceses, chineses e judeus de diversas nacionalidades. Mais recentemente,
passou a receber bolivianos, argentinos, chilenos, palestinos e norte-americanos,
tornando-se uma das cidades mais cosmopolitas do Interior Paulista.
Com a decadência da ferrovia, aliado com o crescimento
de Marília, Presidente Prudente e Araçatuba, entre 1970
e o início do século XXI a cidade de Bauru enfrenta uma
significante redução do crescimento econômico. Porém
a existência de um forte setor de serviços, a presença
de universidades e o fato da cidade ser um grande entroncamento rodo-ferroviário
fazem de Bauru ser ainda o principal polo econômico do Oeste Paulista
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